A Filosofia Empresarial de Edgard Corona: Inovação e Acessibilidade

A filosofia empresarial de Edgard Corona é construída sobre dois princípios fundamentais: inovação e acessibilidade. Como fundador da Smart Fit, Corona sempre se concentrou em tornar o fitness mais acessível para as massas, ao mesmo tempo em que incorpora soluções inovadoras para manter a empresa na vanguarda da indústria. Sua abordagem não apenas remodelou a indústria fitness na América Latina, mas também estabeleceu novos padrões globalmente.

No cerne da filosofia de Edgard Corona está a ideia de que o fitness deve ser acessível a todos, independentemente de sua renda ou origem. Essa crença o levou a criar a Smart Fit, uma academia que oferece equipamentos e instalações de alta qualidade a um preço acessível. Ao contrário das academias tradicionais, que muitas vezes atendem a uma clientela mais abastada, a Smart Fit foi projetada para ser inclusiva, oferecendo opções de adesão acessíveis que atraem um público amplo.

Outro aspecto da filosofia empresarial de Edgard Corona é seu compromisso com a inovação. Ele entende que, para se manter à frente em uma indústria competitiva, é necessário melhorar continuamente e se adaptar. Sob sua liderança, a Smart Fit adotou ferramentas digitais e tecnologia para aprimorar a experiência do cliente. Desde aplicativos móveis que oferecem planos de treino personalizados até sessões de treino virtuais, Corona garantiu que a Smart Fit permaneça na vanguarda da transformação digital da indústria fitness.

O foco de Edgard Corona em acessibilidade e inovação também levou à rápida expansão da Smart Fit. Ao se concentrar em modelos de negócios escaláveis, ele conseguiu replicar o sucesso da Smart Fit em vários países, tornando o fitness acessível a milhões de pessoas na América Latina e além. O crescimento da empresa tem sido nada menos que notável, com mais de 1000 unidades operando sob a marca Smart Fit.

Concluindo, a filosofia empresarial de Edgard Corona gira em torno da acessibilidade e inovação no fitness. Seu foco na acessibilidade democratizou o fitness na América Latina, enquanto seu compromisso com a tecnologia posicionou a Smart Fit como líder na indústria. Através de sua visão, Corona não só mudou o cenário do fitness, como também inspirou outros empreendedores a pensar de maneira diferente sobre como abordar os negócios.

Cresceu o número de brasileiras grávidas que fumam, aponta estudo do Inca

O número de gestantes que fumam quase dobrou no país em seis anos, segundo dados de um estudo do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgado pela entidade no final de agosto. Intitulado de “Prevalência do tabagismo materno no Brasil em 2013 e 2019: não é o que esperávamos quando elas esperavam!”, o levantamento apontou que houve um aumento na proporção de fumantes entre as gestantes brasileiras: passando de 4,7% em 2013 para 8,5% em 2019. 

“Em termos absolutos, havia 70 mil fumantes durante a gravidez em 2013; mas, em 2019 esse número chegou a 120 mil”, enfatizou o Inca. “Metade das fumantes são de baixa renda, pouca escolaridade e jovens (18 a 24 anos)”, acrescentou a entidade.

Em contrapartida, no mesmo período, houve queda no percentual de mulheres não grávidas que fumavam — de 9,6% em 2013 para 8,4% em 2019. Ou seja, em 2019, o percentual de fumantes grávidas (8,5%) era superior ao de fumantes não grávidas (8,4%).   

O estudo em questão foi conduzido por pesquisadores do Inca e da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, dos Estados Unidos (EUA). 

“André Szklo, pesquisador da Divisão de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco do Inca e um dos autores do artigo, identificou como um dos principais desafios as estratégias de interferência da indústria tabageira na Política Nacional de Controle do Tabaco ‘no sentido de recrutar jovens e adolescentes para a iniciação à dependência de nicotina’”, escreveu a reportagem publicada no portal do Inca. 

“Temos a pressão pela manutenção do baixo preço do cigarro legalmente fabricado no País, a pressão pela liberação da comercialização dos DEFs [Dispositivos Eletrônicos para Fumar], além de inúmeras ações judiciais impetradas para bloquear a implementação da resolução da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] que proíbe a adição de aromas e sabores em todos os derivados do tabaco”, destacou, ainda, André Szklo. 

Mais destaque e notícias do estudo em questão constam na reportagem completa publicada pelo Instituto Nacional de Câncer