Na passagem de julho para agosto, o valor da cesta básica de alimentos subiu em três das oito capitais brasileiras pesquisadas pela plataforma Cesta de Consumo. A ferramenta é uma parceria da empresa de inteligência de mercado HORUS e do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre).
Segundo o levantamento, as capitais Rio de Janeiro e Manaus foram as que registraram as maiores variações nos preços da cesta em agosto ante julho: 16,3% e 2%, respectivamente. São Paulo aparece logo em seguida, com alta de 1,5% nesse sentido. “Salvador, Curitiba e Belo Horizonte registram estabilidade, os preços permaneceram praticamente estáveis, com variações de 0,4%, 0,1% e -0,5% respectivamente. As cidades que registraram reduções acentuadas foram Brasília e Fortaleza, com variação de –8,4% e –3,1%, respectivamente”, detalhou o boletim da HORUS e FGV Ibre.
Em números absolutos, a cesta básica de consumo de alimentos mais cara entre as cidades pesquisadas segue sendo a do Rio de Janeiro: que passou de R$ 912,23 em julho para R$ 1061,37 em agosto. Em seguida, aparecem nesse ranking as cestas de São Paulo (R$ 924,61 em agosto), Manaus (R$ 793,91) e Fortaleza (R$793,72). No sentido oposto, Belo Horizonte (R$ 665,66), Curitiba (R$ 723,36), Brasília (R$ 757,13) e Salvador (R$ 773,73) registraram, em agosto, as cestas com os menores custos de aquisição, elencaram as entidades responsáveis pela plataforma Cesta de Consumo.
“A variação acumulada dos últimos seis meses do valor da cesta básica caiu em cinco das oito capitais, sendo em Brasília a mais significativa, com -9,7% de redução. Em três capitais foi observado um aumento da variação acumulada no mesmo período, com destaque para Manaus, que apresentou uma variação positiva da ordem de 13,0%”, frisou, ainda, o relatório.
Esses e demais dados e notícias sobre o assunto constam na íntegra da publicação feita pela HORUS e pelo FGV Ibre.