Princípios de compras on-line para celular do Google

Independentemente de você ser uma marca global ou uma dona de uma loja, a mudança para as compras on-line mudou o comportamento de seus clientes, dentro e fora da loja. Abaixo listamos algumas ideias de como as marcas podem se comunicar com os clientes em tempo real, a qualquer momento.

Micro momentos móveis – As compras móveis alcançaram novos níveis significativos. Nesse sentido, muitos varejistas começaram a reconhecer o papel crítico de vários aparelhos na atração de clientes.

Os compradores modernos usam smartphones em todos os momentos de suas vidas, começando com as perguntas “Quero saber” e terminando com “Quero comprar” (e, mais importante, “Quero comprar novamente”).

Esses momentos representam uma grande oportunidade para as marcas, pois nas versões mobile dos sites, os profissionais de marketing têm uma oportunidade única de correlacionar mensagens de marketing com sinais de intenção e contexto.

Os aplicativos que mostram variedade local aumentam as vendas nos negócios online – Um em cada quatro daqueles que evitam fazer compras explica isso, temendo que o produto certo esteja fora de estoque. Se você é um revendedor multicanal, informar os clientes sobre a variedade nas lojas próximas a eles pode ser uma solução.

Smartphones – um novo consultor ao fazer compras nas lojas – 82% dos compradores dizem que procuram informações sobre compras usando o telefone antes de comprá-los na loja. Surpreendentemente, cada quarto comprador afirma que ele mudou de ideia já na fila depois de olhar para a visão geral do produto em seu smartphone. A Sephora, uma vendedora de cosméticos e produtos para cuidados com o corpo, foi reconhecida como líder em relação a esse comportamento do cliente como uma oportunidade significativa: eles incentivaram as pessoas da loja a digitalizar produtos no aplicativo móvel Sephora para obter informações sobre classificações, críticas e outros recursos importantes.

Em geral, os números mostram que, independentemente de você ser uma marca internacional ou uma loja local, os dispositivos móveis alteram o comportamento de seus clientes. Qualquer varejista moderno simplesmente deve estar acessível a partir de um dispositivo móvel, mas, o mais importante, deve fornecer uma experiência rica e eficaz a seus clientes em todos os micro-momentos e garantir que eles venham repetidamente.

Como os aplicativos atuais influenciaram na negociação de produtos alimentícios.

Provavelmente você já ouviu falar do Ifood ou de qualquer outro aplicativo que liga o usuário deste aos negócios relacionados a venda de produtos alimentícios. De certo modo podemos chamar esses aplicativos de revolucionários. Não é apenas o fato de pessoas poderem fazer seus pedidos a qualquer hora do dia, nem a facilidade com que isso é feito. O fato é que essas mudanças alcançaram um patamar tão enorme que é difícil definir qual é a mais importante.

Uma das partes mais importantes desses aplicativos é a relação que o cliente pode ter com o funcionário. É verdade que a era da tecnologia propiciou um rápido desenvolvimento na comunicação, mas esse não, apesar de ser o tema mais importante, não é o foco aqui. Essa incrível inserção que passamos, a internet tomando conta de muitas áreas, inclusive de trabalhos, torna possível a seguinte afirmação: “ pessoas comem primeiramente com os olhos”. A nova relação que o cliente tem com o estabelecimento está ligada a propagandas em redes sociais, blogs e sites.

Quando um pedido é feito em certo aplicativo existe um processo que leva a intenção do usuário até o produto final, isso facilita muito inclusive para pessoas que não sabem bem o que quer.

Além desses benefícios podemos citar a despreocupação com o ambiente, caso o seu negócio seja estritamente digital. É claro que você não deve se descuidar, fatores como higiene ainda são importantes para que pessoas se interessem pelo seu produto, ou ainda para não ter seu estabelecimento fechado.

O funcionamento desses aplicativos são simples de entender, facilita bastante a vida do empresário e busca uma modernização em certos segmentos.

Não é a primeira vez que você ouviu falar em aplicativos com esse tipo de função não é mesmo? O Uber, outro gigante, contudo da área de transporte mostra como uma ideia muitas vezes simples se tornam tão relevantes em certos locais, para quem planeja começar em algum segmento do mercado é sempre importante ver vantagens como essas.

Como os aplicativos estão mudando o mercado empresarial e transformando a vida de empreendedores.

Como sabemos existe uma facilidade enorme ao realizar qualquer ação quando conseguimos usar uma auxilio como um aplicativo para celular. Com o passar dos anos tem sido bem mais fácil realizar qualquer atividade graças as grandes revoluções tecnológicas. Hoje em dia até mesmo atividades simples podem ser executadas com auxílio de alguns recursos, um deles são os apps para celulares.

Você provavelmente já ouviu falar de aplicativos como o 99, Uber, Ifood. Essas são algumas das chaves para entender melhor esses tipos de negócios.

Bem se estes aplicativos existem quer dizer que alguém teve a ideia de cria-los, mas com qual intuito? Podemos relacionar esse tipo de aplicativo a globalização. Toda a rede de ligação, que interliga pessoas a produtos, áreas ou até mesmo a outras pessoas nasceu sobre um critério simples facilitar a dinâmica dos processos. Seguindo a linha de raciocínio padrão, o produto é vendido quando há uma ligação em rede entre a pessoas e o objeto. Par isso os aplicativos vieram para facilitar. Neste critério podemos dizer que cada aplicativo feito tem a função de tornar a vida das pessoas menos demorada.

Mas o que essa pessoa ganhou desenvolvendo esse tipo de ferramenta? Apesar do cliente não pagar pelos serviços prestados por muitos aplicativos existe uma taxa cobrada junto ao valor do pedido que é tomada para pessoa que desenvolveu o aplicativo. Isso em grande quantidade é o que faz com que muitos desenvolvedores sejam milionários, imagine a grande quantidade de trafego diário no mundo, a quantidade de pessoas que usufruem desses aplicativos para facilitar suas vidas no trabalho e no lazer. É essa incrível proporção que faz com muitas pessoas se arrisquem nesse mundo, mesmo com as evidentes dificuldades na criação, além do grande investimento.

Como sabemos existe uma facilidade enorme ao realizar qualquer ação quando conseguimos usar uma auxilio como um aplicativo para celular. Com o passar dos anos tem sido bem mais fácil realizar qualquer atividade graças as grandes revoluções tecnológicas. Hoje em dia até mesmo atividades simples podem ser executadas com auxílio de alguns recursos, um deles são os apps para celulares.

Você provavelmente já ouviu falar de aplicativos como o 99, Uber, Ifood. Essas são algumas das chaves para entender melhor esses tipos de negócios.

Bem se estes aplicativos existem quer dizer que alguém teve a ideia de cria-los, mas com qual intuito? Podemos relacionar esse tipo de aplicativo a globalização. Toda a rede de ligação, que interliga pessoas a produtos, áreas ou até mesmo a outras pessoas nasceu sobre um critério simples facilitar a dinâmica dos processos. Seguindo a linha de raciocínio padrão, o produto é vendido quando há uma ligação em rede entre a pessoas e o objeto. Par isso os aplicativos vieram para facilitar. Neste critério podemos dizer que cada aplicativo feito tem a função de tornar a vida das pessoas menos demorada.

Mas o que essa pessoa ganhou desenvolvendo esse tipo de ferramenta? Apesar do cliente não pagar pelos serviços prestados por muitos aplicativos existe uma taxa cobrada junto ao valor do pedido que é tomada para pessoa que desenvolveu o aplicativo. Isso em grande quantidade é o que faz com que muitos desenvolvedores sejam milionários, imagine a grande quantidade de trafego diário no mundo, a quantidade de pessoas que usufruem desses aplicativos para facilitar suas vidas no trabalho e no lazer. É essa incrível proporção que faz com muitas pessoas se arrisquem nesse mundo, mesmo com as evidentes dificuldades na criação, além do grande investimento.

E você? Agora que conhece esse mundo ainda tem vontade de se aventurar nesse mercado? Pesquise estude e prepare-se bastante caso queira arriscar.

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Desde o dia 18 de março, todos os laboratórios públicos do Brasil estão aptos a realizar exames para o COVID 19

Desde o dia 18 de março , todos os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN), presentes no 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, podem realizar exames para o coronavírus (COVID 19) — doença altamente contagiosa que já atinge o mundo todo.

A medida descentraliza o diagnóstico da enfermidade, e trata-se de mais um dos esforços do setor da Saúde para enfrentar a pandemia do COVID 19. As capacitações dos laboratórios estavam sendo realizadas desde o mês de fevereiro e foram finalizadas nesse dia 18 de março, em uma cerimônia que aconteceu em Belém, capital do Estado do Pará.

Segundo o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, que marcou presença na cerimônia de encerramento dos treinamentos, 2020 é o ano dos laboratórios. “Vamos revitalizar os laboratórios, com mais automação, mais possibilidades de garantir resultados eficientes e precisos”, enfatizou Oliveira. Ele enfatizou, ainda, que é direito do cidadão receber o resultado do seu exame de maneira mais rápida e eficaz e, para que isso aconteça, pé preciso qualidade técnica.

Um dia antes da conclusão das capacitações, as notícias eram de que o número de pessoas com suspeitas de infecção pelo coronavírus no Brasil já estava em 8.819. “O Ministério da Saúde cumpre o plano de trabalho para o aumento da capilaridade de diagnósticos para além dos laboratórios de referência, que hoje são a Fiocruz, no Rio de Janeiro, o Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo, e o Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará”, frisou a própria entidade em uma matéria sobre o assunto, publicada em seu Portal no dia 18 de março.

Por sua vez, o secretário Estadual de Saúde do Pará, Alberto Beltrame — também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS)— acentuou que o Brasil já passou por diversas emergências, mas que enfrentar emergência com o País tentando se reerguer é um desafio. Contudo “estamos conseguindo”, realçou ele — que reforçou a necessidade de as pessoas cumprirem as medidas não farmacológicas para não sobrecarregar o sistema de saúde. “Quando falamos para a pessoa ficar em casa, o recado é que, com isso, ela ajuda o sistema de saúde, porque interrompe o ciclo de transmissão da doença”, concluiu Alberto Beltrame.

Os efeitos colaterais das quarentenas

Em meio ao caos global que o mundo tem passado nos últimos tempos, por conta da pandemia do coronavírus (COVID 19), a quarentena é umas das principais indicações para evitar ser contagiado pela doença e disseminar o vírus — trata-se de isolar-se em casa e cancelar, pelo tempo necessário, o convívio social.

A medida, entretanto, apesar de essencial, pode ter impacto na saúde mental da população — é o que mostra uma revisão de pesquisas, publicada em março na revista científica “The Lancet”, sobre os efeitos psicológicos da quarentena durante o período da epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que surgiu em 2002. Conforme o estudo, 29% das pessoas em quarentena apresentaram sintomas de estresse pós-traumático, enquanto 31% tiveram depressão depois do isolamento.

Em reportagem sobre o assunto, publicada no dia 19 de março, o Portal G1 afirmou que esse efeito colateral da pandemia também precisa ser objeto de atenção da saúde pública. “O período de quarentena pode desencadear um estado permanente de ansiedade. Além do medo de contrair a doença, quase sempre há perdas financeiras, por isso é tão importante que o governo disponibilize um canal de informações eficiente e permanente”, ressaltaram as notícias da matéria.

Em uma entrevista para a revista eletrônica “Quartz”, publicada em 15 de março, o psicólogo e escritor Frank McAndrew salientou que uma quarentena forçada é angustiante. “Estar em quarentena nos dá a sensação de estar à mercê de outras pessoas e de outras forças incontroláveis, como uma epidemia. Isso leva a um sentimento de impotência e incerteza sobre o futuro que pode ser muito perturbador ”, explicou o psicólogo.

Ainda segundo McAndrew, períodos prolongados em situações em que nada muda são capazes de levar as pessoas a se voltarem para dentro de si mesmas. “Para aqueles que não estão acostumados a essa introspecção e ruminação, a experiência pode levar a emoções negativas e, em casos extremos, um embaçamento dos limites entre o que está acontecendo na própria mente e o que realmente está acontecendo ao seu redor”, completou Frank McAndrew.

A revisão de pesquisas publicada na “The Lancet” fez, ainda, algumas ponderações importantes a respeito das quarentenas. Conforme a análise, nos períodos de restrição do convívio social, a “informação é fundamental — “as pessoas em quarentena precisam entender a situação”; a “comunicação eficaz e rápida é essencial”; e os “suprimentos (gerais e médicos) precisam ser fornecidos”.

“O período de quarentena deve ser curto e a duração não deve ser alterada, a menos que em circunstâncias extremas; a maioria dos efeitos adversos advém da imposição de uma restrição de liberdade; quarentena voluntária está associada a menos sofrimento e menos complicações a longo prazo; as autoridades de saúde pública devem enfatizar a escolha altruísta de auto-isolamento”, completou a revisão de pesquisas