Quase R$ 2 bilhões foram destinados pelo Brasil a contribuições a órgãos internacionais em 2024 

Em 2024, o Brasil destinou um total de R$ 1,9 bilhão para a quitação de suas contribuições financeiras a organismos internacionais e para o pagamento de integralizações e recomposições de cotas junto a bancos e fundos internacionais. Foi o que informaram o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) no final de dezembro, dia 26. Destacam-se, segundo as entidades, as contribuições à Organização das Nações Unidas (ONU). 

“O Brasil quitou seus compromissos nos três componentes do orçamento da ONU (orçamento regular, missões de paz e Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais – IRMCT) e integra reduzido grupo de países que estão plenamente em dia com a Organização”, especificou a reportagem publicada no portal do MPO. As notícias também são de que o Brasil também honrou suas obrigações financeiras com agências especializadas das Nações Unidas. Dentre elas: 

  • A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO);
  • A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO);
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS);
  • A Organização Internacional do Trabalho (OIT);
  • A União Postal Universal (UPU); 
  • A Organização Mundial do Turismo (OMT); e 
  • A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI).

Já na área de meio ambiente e mudança do clima, o MPO e o MRE explicaram que foram saldadas as contribuições à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e aos protocolos de Quioto, Montreal, Cartagena e Nagoia — “bem como às convenções de Estocolmo, Basileia, Roterdã e Minamata, entre outros relevantes instrumentos nessa matéria”, acrescentou a publicação. “Esses pagamentos reafirmam o compromisso do Brasil com a sustentabilidade e a preservação ambiental”, enfatizou a reportagem.

A publicação completa feita pelo portal do Ministério do Planejamento e Orçamento traz essas e demais informações a respeito da quitação de contribuições do Brasil a Organismos Internacionais em 2024. 

IBC-Br de agosto tem alta de 0,2%, diz Banco Central

Depois da queda de julho ante junho, o chamado Índice de Atividade Econômica do
Banco Central (IBC-Br), considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB)
brasileiro, registrou uma alta de 0,2% em agosto, na comparação com julho. O indicador,
que é medido pelo Banco Central do Brasil (BC), foi divulgado pela entidade em meados de
outubro, dia 14.

Também segundo as notícias do BC, na comparação com agosto do ano passado, o
IBC-Br cresceu, em agosto deste ano, cerca de 3%. Já no acumulado em 12 meses, houve
uma avanço de 2,5% no indicador; enquanto, no ano, o IBC-Br acumula uma alta de 2,9%.
No trimestre encerrado em agosto, por sua vez, o Índice de Atividade Econômica do
Banco Central registrou um crescimento de 1,5% ante o trimestre anterior; e uma alta de 4%
em relação ao mesmo trimestre de 2023.

Todos os dados a respeito do IBC-Br de agosto podem ser consultados na nota
divulgada pelo Banco Central do Brasil.

Sobre o IBC-Br

Conforme o que explica o BC, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central tem
como objetivo mensurar a evolução da atividade econômica do país e, desta forma,
contribuir para a elaboração de estratégia de política monetária. “Trata-se de indicador de
periodicidade mensal, que incorpora variáveis consideradas como proxies para desempenho
dos setores da economia”, esclareceu um dos relatórios da entidade.

Publicado cerca de 45 dias após o mês de referência, o IBC-Br é considerado como
uma prévia do PIB brasileiro — este, por sua vez, calculado oficialmente pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A construção do IBC-Br foi motivada pela inexistência de indicador agregado de
atividade econômica de frequência mensal que permitisse sintetizar e avaliar, em maior
frequência, o estado da economia, em contexto de decisões de política monetária”,
acentuou, ainda, o relatório do BC.

 IGP-10 variou 0,72% em agosto, apontam dados do FGV Ibre

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,72% em agosto, segundo os dados divulgados no dia 16 do mês pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre). Em julho, essa taxa havia sido de 0,45%. “Com esse resultado, o índice acumula alta de 2,36% no ano e de 4,26% em 12 meses. Em agosto de 2023, o índice caíra 0,13% no mês e acumulava queda de 7,37% em 12 meses”, acrescentou o relatório do FGV Ibre sobre o assunto.

No que se refere aos componentes do indicador: 

  • O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou uma alta de 0,84% em agosto, ante a taxa de 0,49% observada em julho;
  • O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, subiu 0,33% no oitavo mês do ano, ante a variação de 0,24% registrada em julho; e
  • O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,59% em agosto, ante a taxa de 0,54% registrada no mês anterior. 

Conforme as notícias do economista do FGV Ibre, André Braz, o reajuste dos combustíveis autorizado pela Petrobras no dia 9 de julho “foi integralmente refletido no IGP-10, impactando tanto o IPA quanto o IPC, com a gasolina emergindo como a principal influência em ambos os índices”. Esse fator, segundo ele, “foi determinante para a aceleração observada”. No mesmo sentido, complementou Braz, “a aceleração do INCC deve-se ao aumento da taxa do grupo materiais, equipamentos e serviços”. O período de coleta de dados para a pesquisa do Índice Geral de Preços – 10 acontece entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. No caso de agosto, a coleta aconteceu entre os dias 11 de julho e 10 de agosto. A íntegra do relatório do Instituto Brasileiro de Economia apresenta todos os números a respeito da evolução do indicador.

 INCC-M desacelera em julho, aponta FGV Ibre

Medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,69% em julho — o que representa uma desaceleração em relação à taxa de 0,93% registrada em junho. No entanto, “apesar desse recuo, a tendência parece apontar para uma aceleração nos custos da construção, conforme indicado pela taxa acumulada em 12 meses de 4,42%”, frisou o relatório do FGV Ibre, publicado no dia 26 de julho. Comparativamente a julho do ano passado, “observa-se um significativo avanço no índice, que em julho de 2023 acumulava 3,15%, em 12 meses”, acrescentou a entidade.

No que se refere às duas componentes do INCC-M, a componente de “Materiais, Equipamentos e Serviços” registrou uma aceleração que passou de 0,46% em junho para 0,58% em julho. “Esse aumento sugere um crescimento moderado nos preços dos insumos e dos serviços do setor de construção”, explicou o FGV Ibre. Em sentido oposto, a componente de “Mão de Obra” passou de uma taxa de 1,61% em junho para 0,85% em julho, “indicando uma desaceleração nos custos laborais do setor”, ressaltou o Instituto Brasileiro de Economia da FGV.

No grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, a categoria de Materiais e Equipamentos registrou uma taxa de 0,58% em julho, enquanto a taxa de junho foi de 0,48%. “Esse movimento reflete uma tendência de alta nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção”, salientou o boletim do FGV Ibre. Já a categoria de Serviços passou de uma taxa de 0,29% em junho para 0,65% em julho. “Este aumento foi reflexo no item ‘projetos’, que viu sua taxa de variação subir de 0,30% para 0,86%”, esclareceu o Instituto.

Mais notícias sobre a evolução do Índice Nacional de Custo da Construção – M constam na íntegra da publicação feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas.    

INCC-M acelera para 0,93% em junho

Segundo os dados divulgados no último dia 25 de junho pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,93% no sexto mês do ano. O resultado se trata de uma aceleração ante a taxa de 0,59% observada em maio. 

“Apesar dessa aceleração, a tendência parece apontar para uma estabilização nos custos da construção, conforme indicado pela taxa acumulada em 12 meses de 3,77%, que se mantém próxima ao valor observado no mês passado”, salientou a publicação do FGV Ibre. “Comparativamente ao mesmo período em 2023, observa-se uma significativa descompressão no índice, que em junho de 2023 estava em 4,29%”, acrescentou.

Também de acordo com as notícias do Instituto, a componente “Materiais, Equipamentos e Serviços” do INCC-M registrou uma aceleração em junho, com o índice aumentando de 0,27% em maio para 0,46% no sexto mês do ano. “Esse aumento sugere um crescimento moderado nos preços dos insumos e dos serviços do setor de construção”, explicou o relatório do FGV Ibre. 

Ainda dentro desse componente, a categoria de “Materiais e Equipamentos” registrou uma alta de 0,48% em junho, ante à taxa de 0,25% registrada em maio. “Esse movimento reflete uma tendência de alta nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção”, salientou o Instituto Brasileiro de Economia da FGV. “Nesta apuração, todos os quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. Um destaque particular foi o subgrupo ‘materiais para acabamento’, que viu sua taxa subir de 0,04% para 0,60%”, frisou a entidade. Já na categoria de “Serviços”, houve recuo em junho, que registrou taxa de 0,29%, ante a taxa de 0,50% de maio. “Esta redução foi reflexo no item ‘projetos’, que viu sua taxa de variação recuar de 0,55% para 0,30%”, especificou a publicação.

Por sua vez, dentro da componente “Mão de Obra”, houve um crescimento que passou da taxa de 1,05% em maio para 1,61% em junho, “indicando uma aceleração nos custos laborais do setor”, completou o FGV Ibre.

Esses e demais dados e informações sobre o Índice Nacional de Custo da Construção – M e suas componentes constam na íntegra da publicação do FGV Ibre.

IBC-Br sobe 0,01% em abril

Segundo os dados divulgados em meados de junho, dia 14, pelo Banco Central do Brasil (BC), a economia do país registrou uma pequena alta de 0,01% em abril. É o que aponta o chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), que é considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. 

Com o avanço de abril, o IBC-Br chegou a 148,38 pontos no quarto mês do ano, na série dessazonalizada, ante os 148,36 pontos registrados em março.

Ainda conforme o que apontaram as notícias do Banco Central, o Índice de Atividade Econômica do BC cresceu 4,01% quando a comparação é feita entre abril de 2024 e abril de 2023. Já no acumulado em 12 meses, houve alta de 1,81% no indicador; enquanto no ano, o avanço é de 2,08%. No trimestre encerrado em abril, por sua vez, o IBC-Br registrou um crescimento de 0,76% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 1,63% ante o mesmo trimestre do ano passado. 

Confira os números do BC.

Sobre o BC

Segundo o que explica o portal oficial da entidade, o Banco Central (BC) “é o guardião dos valores do Brasil”. 

Criado pela Lei Nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e com autonomia estabelecida pela Lei Complementar Nº 179, de 24 de fevereiro de 2021, a instituição tem como um de seus objetivos fundamentais, manter a inflação sob controle, ao redor da meta. 

“A estabilidade dos preços preserva o v​alor do dinheiro, mantendo o poder de compra da moeda​. ​Para alcançar esse objetivo, o BC utiliza a política monetária, política que se refere às ações do BC que visam afetar o custo do dinheiro (taxas de juros) e a quantidade de dinheiro (condições de liquidez) na economia”, esclarece o site da entidade.

Confira outras tarefas que estão a cargo do Banco Central do Brasil

IGP-DI recuou 0,41% em fevereiro, diz FGV Ibre

O chamado Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), medido pelo   Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), caiu 0,41% em fevereiro, ante a taxa de -0,27% observada em janeiro. “Com este resultado, o índice acumula queda de -0,67% no ano e de -4,04% em 12 meses. Em fevereiro de 2023, o índice havia variado 0,04% e acumulava elevação de 1,53% em 12 meses”, salientou, também, a entidade no último dia 7 de março.

Dentre os três componentes do Índice Geral de Preços, o FGV Ibre informou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,76% em fevereiro, ante a queda de 0,59% registrada em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, avançou 0,55% em fevereiro, ante a alta de 0,61% observada no mês anterior. Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,13% no segundo mês de 2024, ante 0,27% em janeiro. 

De acordo com o que destacou o Coordenador dos Índices de Preços do FGV Ibre, André Braz, o IPA apresentou, em fevereiro, uma nova queda, mas, desta vez, com um espectro mais amplo de itens influenciando esse movimento. “Destacam-se as variações significativas em produtos como o minério de ferro, que passou de um aumento de 2,27% para uma redução de 4,94%; o milho, que mudou de um leve acréscimo de 0,07% para uma queda de 5,27%; e o arroz, que foi de um crescimento de 3,72% para uma diminuição de 4,18%”, especificou ele. 

Braz, no entanto, também, ressaltou que, apesar dos recuos em questão, a redução geral do Índice de Preços ao Produtor não foi mais acentuada por conta da alta nos preços de itens como: “os ovos, que saltaram de uma queda de 4,86% para um expressivo aumento de 12,97%; e o leite in natura, que viu seu preço crescer de 0,39% para 4,35%”, complementou ele. 

Esses e demais dados e notícias a respeito do IGP-DI podem ser encontrados na íntegra da publicação feita pelo FGV Ibre

Saiba mais sobre a trajetória e o sucesso do empreendedor Duda Sirotsky Melzer

Confira o passo a passo de como o executivo se tornou um nome relevante na comunicação nacional.

Nascido em uma família tradicional de empresários, o executivo Duda Sirotsky Melzer é a terceira geração da família Sirotsky, neto de Maurício Sirotsky Sobrinho, o fundador do prestigiado Grupo RBS, e que ao longo dos anos, se firmou como um nome de peso no mundo corporativo.

Na atualidade, o executivo é presidente do Grupo RBS, que atua na cobertura do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e também chairman do grupo, ou seja, o presidente dos acionistas da corporação e líder do conselho administrativo da empresa. Mas isso não é tudo, pois nos últimos anos Duda Sirotsky Melzer ainda fundou a companhia e.Bricks Digital, que se dedica ao estímulo de novos negócios digitais em operação no Brasil e nos EUA.

Antes de assumir cargos de liderança, o executivo trilhou sua carreira bem-sucedida desde o momento em que obteve seu diploma em Administração pela Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Nos dias de hoje, além da formação citada, Duda Sirotsky Melzer possui um Mestrado em Negócios e outros diplomas a nível executivo pela instituição Harvard Business School, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos. Nas horas livres, o empresário ainda atua como conselheiro da Bienal do Mercosul, mostra de arte contemporânea realizada na capital Porto Alegre, organizada pela Fundação Iberê Camargo e pela e.Bricks Digital.

Anos antes de entrar para a empresa de sua família, em 2004, época em que Duda Sirotsky Melzer assumiu o cargo de diretor de Mercado Nacional do Grupo RBS, o executivo iniciou sua trajetória profissional no exterior. Entre suas ocupações, ele foi analista financeiro a nível sênior da Delphi Corporation diretor-geral do conglomerado de mídia BoxTop Media.

Mais tarde, ele veio a se tornar presidente do Grupo RBS em 2012, e presidente do conselho administrativo três anos depois, em 2015. Recentemente, o executivo anexou mais uma honra ao seu currículo: o fato de ter sido selecionado entre o ranking de líderes estabelecido pelo Cambridge Institute for Family Enterprise. Organizado anualmente, esse ranking escolhe 25 nomes que pertencem à nova geração de famílias de renome no meio empresarial e que estão dando continuidade de maneira exemplar aos negócios.

Ao ser questionado sobre sua fonte de inspiração para ter construído um legado familiar tão expressivo, Duda Sirotsky Melzer costuma relembrar seu professor em Harvard, John Davis, um dos maiores consultores do mundo em negócios familiares. Inclusive, a ligação de Davis com o Grupo RBS é bastante antiga, desde 1999, quando a família Sirotsky se tornou a primeira a contratar os serviços do consultor no Brasil.

O trabalho de Davis contribuiu para o sucesso da empresa, que juntamente com a dedicação incansável de sua equipe, se estabeleceu como um dos maiores grupos de comunicação do Brasil. Com mais de 60 anos em atividade, a companhia segue sendo referência na área e um exemplo de como se manter relevante e atualizada frente a todas as mudanças que o segmento já vivenciou ao longo das últimas décadas.