Haroldo Jacobovicz: Pioneiro na Inovação e Defensor do Crescimento Comunitário

Das Raízes da Engenharia aos Altos Vôos do Empreendedorismo
A notável trajetória de Haroldo Jacobovicz começou com seus estudos em engenharia civil na Universidade Federal do Paraná. No entanto, foi sua fascinação pelo potencial da tecnologia para resolver desafios do mundo real que redirecionou seu caminho. Desde cedo, ele percebeu o poder de soluções inovadoras para transformar indústrias e melhorar vidas, estabelecendo a base para suas empreitadas empreendedoras.

Os primeiros empreendimentos de Jacobovicz ensinaram-lhe a importância da resiliência, adaptabilidade e pensamento estratégico. Essas experiências aprimoraram sua capacidade de identificar oportunidades e oferecer soluções impactantes, preparando o terreno para seu papel influente nos setores de telecomunicações e tecnologia no Brasil.

Horizons Telecom: Elevando os Padrões de Conectividade
Em 2010, Jacobovicz fundou a Horizons Telecom, uma empresa que redefiniu a conectividade no Brasil. Utilizando tecnologia avançada de fibra óptica, a Horizons Telecom tinha como objetivo fornecer às empresas uma confiabilidade e velocidade incomparáveis. A missão da empresa era clara: capacitar organizações com a conectividade necessária para prosperar em uma economia cada vez mais digital.

Sob a liderança de Jacobovicz, a Horizons Telecom cresceu rapidamente, tornando-se um parceiro confiável para empresas de todos os tamanhos. Focando em uma infraestrutura robusta e um atendimento excepcional ao cliente, a empresa se posicionou como líder no setor de telecomunicações no Brasil. O compromisso da Horizons Telecom em entregar soluções de alta qualidade a tornou um jogador essencial no fechamento de lacunas de conectividade em todo o país.

Horizons Datacenter: Capacitando a Transformação Digital
Em 2020, Jacobovicz ampliou sua visão ao lançar o Horizons Datacenter, uma instalação de última geração projetada para atender à crescente demanda por soluções de dados seguras e escaláveis. O datacenter oferece serviços avançados de armazenamento, computação em nuvem e segurança cibernética, permitindo que as empresas enfrentem as complexidades da transformação digital com confiança.

A sinergia entre o Horizons Datacenter e a Horizons Telecom criou um ecossistema abrangente de soluções orientadas por tecnologia. Essa integração reflete a liderança visionária de Jacobovicz, fornecendo às empresas ferramentas para aprimorar a eficiência e a adaptabilidade em um mundo cada vez mais interconectado. Sua habilidade de antecipar as necessidades do mercado e abordá-las de forma proativa solidificou sua reputação como um pioneiro no setor.

Instituto Haroldo Jacobovicz: Um Legado de Solidariedade
Além de seus sucessos empresariais, Haroldo Jacobovicz se estabeleceu como um filantropo dedicado. Em 2021, ele fundou o Instituto Haroldo Jacobovicz para apoiar comunidades carentes em Curitiba e regiões vizinhas. O instituto concentra-se em iniciativas que promovem educação, saúde e desenvolvimento cultural, garantindo que suas contribuições tenham um impacto duradouro.

Um dos programas emblemáticos do instituto envolve o apoio a 20 instituições locais com recursos financeiros, ferramentas educacionais e melhorias de infraestrutura. Esses esforços refletem o profundo compromisso de Jacobovicz em promover o progresso social e criar oportunidades de crescimento sustentável. Sua abordagem filantrópica espelha sua filosofia empresarial: direcionada, impactante e orientada para a comunidade.

Perspectivas sobre Liderança e Impacto
A liderança de Jacobovicz é definida por sua capacidade de combinar pensamento visionário com execução prática. Ao permanecer adaptável e atento às necessidades dos clientes, ele entregou consistentemente soluções que enfrentam desafios emergentes tanto nos contextos empresariais quanto comunitários.

A carreira de Haroldo Jacobovicz demonstra o poder transformador da tecnologia quando aliada a um forte senso de responsabilidade social. Por meio de seu trabalho em telecomunicações e seus esforços filantrópicos, ele estabeleceu um exemplo para futuros líderes que desejam equilibrar inovação com contribuições significativas para a sociedade. Sua história é um lembrete poderoso do valor duradouro de uma liderança que prioriza tanto o progresso quanto o propósito.

Em agosto, preço médio da cesta de alimentos sobe em três das oito capitais analisadas no país, destaca HORUS e FGV Ibre    

Na passagem de julho para agosto, o valor da cesta básica de alimentos subiu em três das oito capitais brasileiras pesquisadas pela plataforma Cesta de Consumo. A ferramenta é uma parceria da empresa de inteligência de mercado HORUS e do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre). 

Segundo o levantamento, as capitais Rio de Janeiro e Manaus foram as que registraram as maiores variações nos preços da cesta em agosto ante julho: 16,3% e 2%, respectivamente. São Paulo aparece logo em seguida, com alta de 1,5% nesse sentido. “Salvador, Curitiba e Belo Horizonte registram estabilidade, os preços permaneceram praticamente estáveis, com variações de 0,4%, 0,1% e -0,5% respectivamente. As cidades que registraram reduções acentuadas foram Brasília e Fortaleza, com variação de –8,4% e –3,1%, respectivamente”, detalhou o boletim da HORUS e FGV Ibre.

Em números absolutos, a cesta básica de consumo de alimentos mais cara entre as cidades pesquisadas segue sendo a do Rio de Janeiro: que passou de R$ 912,23 em julho para R$ 1061,37 em agosto. Em seguida, aparecem nesse ranking as cestas de São Paulo (R$ 924,61 em agosto), Manaus (R$ 793,91) e Fortaleza (R$793,72). No sentido oposto, Belo Horizonte (R$ 665,66), Curitiba (R$ 723,36), Brasília (R$ 757,13) e Salvador (R$ 773,73) registraram, em agosto, as cestas com os menores custos de aquisição, elencaram as entidades responsáveis pela plataforma Cesta de Consumo.     

“A variação acumulada dos últimos seis meses do valor da cesta básica caiu em cinco das oito capitais, sendo em Brasília a mais significativa, com -9,7% de redução. Em três capitais foi observado um aumento da variação acumulada no mesmo período, com destaque para Manaus, que apresentou uma variação positiva da ordem de 13,0%”, frisou, ainda, o relatório. 

Esses e demais dados e notícias sobre o assunto constam na íntegra da publicação feita pela HORUS e pelo FGV Ibre.

A Filosofia Empresarial de Edgard Corona: Inovação e Acessibilidade

A filosofia empresarial de Edgard Corona é construída sobre dois princípios fundamentais: inovação e acessibilidade. Como fundador da Smart Fit, Corona sempre se concentrou em tornar o fitness mais acessível para as massas, ao mesmo tempo em que incorpora soluções inovadoras para manter a empresa na vanguarda da indústria. Sua abordagem não apenas remodelou a indústria fitness na América Latina, mas também estabeleceu novos padrões globalmente.

No cerne da filosofia de Edgard Corona está a ideia de que o fitness deve ser acessível a todos, independentemente de sua renda ou origem. Essa crença o levou a criar a Smart Fit, uma academia que oferece equipamentos e instalações de alta qualidade a um preço acessível. Ao contrário das academias tradicionais, que muitas vezes atendem a uma clientela mais abastada, a Smart Fit foi projetada para ser inclusiva, oferecendo opções de adesão acessíveis que atraem um público amplo.

Outro aspecto da filosofia empresarial de Edgard Corona é seu compromisso com a inovação. Ele entende que, para se manter à frente em uma indústria competitiva, é necessário melhorar continuamente e se adaptar. Sob sua liderança, a Smart Fit adotou ferramentas digitais e tecnologia para aprimorar a experiência do cliente. Desde aplicativos móveis que oferecem planos de treino personalizados até sessões de treino virtuais, Corona garantiu que a Smart Fit permaneça na vanguarda da transformação digital da indústria fitness.

O foco de Edgard Corona em acessibilidade e inovação também levou à rápida expansão da Smart Fit. Ao se concentrar em modelos de negócios escaláveis, ele conseguiu replicar o sucesso da Smart Fit em vários países, tornando o fitness acessível a milhões de pessoas na América Latina e além. O crescimento da empresa tem sido nada menos que notável, com mais de 1000 unidades operando sob a marca Smart Fit.

Concluindo, a filosofia empresarial de Edgard Corona gira em torno da acessibilidade e inovação no fitness. Seu foco na acessibilidade democratizou o fitness na América Latina, enquanto seu compromisso com a tecnologia posicionou a Smart Fit como líder na indústria. Através de sua visão, Corona não só mudou o cenário do fitness, como também inspirou outros empreendedores a pensar de maneira diferente sobre como abordar os negócios.

Cresceu o número de brasileiras grávidas que fumam, aponta estudo do Inca

O número de gestantes que fumam quase dobrou no país em seis anos, segundo dados de um estudo do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgado pela entidade no final de agosto. Intitulado de “Prevalência do tabagismo materno no Brasil em 2013 e 2019: não é o que esperávamos quando elas esperavam!”, o levantamento apontou que houve um aumento na proporção de fumantes entre as gestantes brasileiras: passando de 4,7% em 2013 para 8,5% em 2019. 

“Em termos absolutos, havia 70 mil fumantes durante a gravidez em 2013; mas, em 2019 esse número chegou a 120 mil”, enfatizou o Inca. “Metade das fumantes são de baixa renda, pouca escolaridade e jovens (18 a 24 anos)”, acrescentou a entidade.

Em contrapartida, no mesmo período, houve queda no percentual de mulheres não grávidas que fumavam — de 9,6% em 2013 para 8,4% em 2019. Ou seja, em 2019, o percentual de fumantes grávidas (8,5%) era superior ao de fumantes não grávidas (8,4%).   

O estudo em questão foi conduzido por pesquisadores do Inca e da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, dos Estados Unidos (EUA). 

“André Szklo, pesquisador da Divisão de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco do Inca e um dos autores do artigo, identificou como um dos principais desafios as estratégias de interferência da indústria tabageira na Política Nacional de Controle do Tabaco ‘no sentido de recrutar jovens e adolescentes para a iniciação à dependência de nicotina’”, escreveu a reportagem publicada no portal do Inca. 

“Temos a pressão pela manutenção do baixo preço do cigarro legalmente fabricado no País, a pressão pela liberação da comercialização dos DEFs [Dispositivos Eletrônicos para Fumar], além de inúmeras ações judiciais impetradas para bloquear a implementação da resolução da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] que proíbe a adição de aromas e sabores em todos os derivados do tabaco”, destacou, ainda, André Szklo. 

Mais destaque e notícias do estudo em questão constam na reportagem completa publicada pelo Instituto Nacional de Câncer

Quase três em cada dez domicílios do país vivem com algum grau de insegurança alimentar, diz IBGE

Quase 30% dos domicílios brasileiros sofrem com algum grau de insegurança alimentar no país. As notícias são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Segurança Alimentar (2023), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de abril, dia 25. 

Segundo o IBGE, havia, no quarto trimestre de 2023, um total de 78,3 milhões de domicílios particulares permanentes no Brasil, sendo que, desses, 72,4% estavam em situação de segurança alimentar (SA), enquanto 27,6% estavam com algum grau de insegurança alimentar (IA). Mais especificamente, esses 27,6% de domicílios com algum grau de IA estavam divididos da seguinte forma: 

  • 18,2% encontravam-se em situação de IA leve; 
  • 5,3% estavam em IA moderada; e 
  • 4,1% em IA grave. 

“Considerando o nível de IA grave como a forma mais severa de baixo acesso domiciliar aos alimentos, é possível afirmar, com base nos resultados da PNAD Contínua 2023, que cerca de 3,2 milhões de domicílios passaram por privação quantitativa de alimentos, que atingiram não apenas os membros adultos da família, mas também suas crianças e adolescentes”, destacou a pesquisa do IBGE. “Houve, portanto, ruptura nos padrões de alimentação nesses domicílios e a fome esteve presente entre eles, pelo menos, em alguns momentos do período de referência de 3 meses”, acrescentou.

Ainda de acordo com as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o cenário de insegurança alimentar grave é ainda mais expressivo entre os domicílios particulares localizados na área rural do Brasil — “uma vez que a proporção de IA grave foi de 5,5%, e, portanto, 1,6 pontos percentuais superior ao verificado na área urbana (3,9%)”, detalhou a entidade.

Esses e demais dados e informações a respeito da situação dos brasileiros em termos de segurança e insegurança alimentar podem ser encontrados na íntegra da Pnad Contínua: Segurança Alimentar (2023), publicada pelo IBGE

 IGP-M variou 0,07% em janeiro de 2024, ante a taxa de 0,74% no mês anterior

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,07% em janeiro, ante a taxa de 0,74% registrada em dezembro de 2023. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) e foram divulgados pela entidade no final de janeiro, dia 30. Segundo a publicação, com o resultado observado no primeiro mês de 2024, o IGP-M acumula queda de 3,32% nos últimos 12 meses. 

A nível de comparação, o IGP-M havia registrado alta de 0,21% em janeiro do ano passado, e acumulava alta de 3,79% em 12 meses anteriores, acrescentou o relatório do FGV Ibre. 

Dentre os componentes do indicador:

  • O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,09% em janeiro de 2024, ante a variação de 0,97% em dezembro; 
  • O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,59% no primeiro mês deste ano, ante a taxa de 0,14% no último mês de 2023; e
  • O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,23% em janeiro, ante a variação de 0,26% observada em dezembro.

Segundo o que destacou o Coordenador dos Índices de Preços do FGV Ibre, André Braz, o IPA mostrou arrefecimento dos preços das Matérias-Primas Brutas (de 3,06% em dezembro para 0,49% em janeiro). Situação que, se mantida nas próximas apurações da entidade, “pode antecipar a desaceleração dos preços de alimentos industrializados, cujos preços, neste momento, sinalizam aceleração, passando a variação de 0,92% para 1,19%”, acrescentou ele. 

Por sua vez, em termos de IPC, Braz salientou que a inflação segue muito concentrada nos grupos Alimentação (de 0,55% para 1,62%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,65% para 2,11%). “No primeiro grupo, os preços dos alimentos in natura subiram refletindo problemas de ofertas típicos da estação. No segundo, destaca-se o aumento dos Cursos Formais (de 0,00% para 4,78%)”, especificou ele. 

Já “a taxa de variação do INCC permaneceu estável”, reforçou o Coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. 

Essas e demais notícias sobre a evolução do Índice Geral de Preços – Mercado e de seus componentes podem ser encontradas na íntegra da publicação do FGV Ibre

Em 2023, Brasil tem alta no número de transplantes e doações de órgãos no país 

De acordo com as notícias divulgadas no início de janeiro, dia 5, pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou, entre janeiro e setembro de 2023, um total de 6.766 transplantes de órgãos — o que significa uma alta de 11,7% ante os 6.055 transplantes realizados no mesmo período de 2022. “Em 2023, o resultado foi o melhor dos últimos dez anos”, pontuou a Pasta.

Além da alta na quantidade de transplantes, o Ministério informou que o número de doadores também subiu. De janeiro a setembro do ano passado, foram efetivadas 3.060 doações — o que significa, por sua vez, um crescimento de 17,5% ante as 2.604 doações registradas no mesmo período de 2022. “Vale lembrar que as informações referentes à 2023 são preliminares e estão sujeitas a alterações”, frisou, na ocasião, o portal da entidade.

“Com 4.514 cirurgias realizadas, o rim é o órgão mais transplantado com 66,72% dos procedimentos. Em segundo e terceiro lugar, aparece o fígado (1.777) e o coração (323), respectivamente”, especificou o Ministério da Saúde. 

Para a coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), Daniela Salomão, vale destacar a contribuição das partes envolvidas na marca alcançada em 2023. “É importante lembrar de todo o esforço dos profissionais de saúde envolvidos no processo de doação e transplante para alcançarmos este resultado. E destacar o papel das famílias doadoras por acreditarem e apoiarem o SNT na missão de ajudar a salvar vidas”, disse ela. 

Daniela ainda acentuou “a importância da doação consciente e altruísta”. Segundo as notícias do Ministério da Saúde, até o momento da publicação desses resultados (dia 5 de janeiro) pelo portal da entidade, 41.559 pessoas aguardavam em lista por um transplante de órgãos.

A reportagem completa publicada no portal do Ministério da Saúde traz essas e mais informações sobre o tema.   

Erasmo Carlos Battistella, um líder visionário

Erasmo Carlos Battistella é conhecido no setor de geração de energia como um líder visionário. Com uma grande preocupação com questões ambientais, Erasmo Carlos Battistella, fundou a empresa BSBIOS, especializada em produção e desenvolvimento de energias alternativas. O empresário foi um dos destaques do encontro COP26.

Erasmo Carlos Battistella explicou que, do ponto de vista dos esforços para reduzir as emissões de CO2, a demanda energética da produção de biocombustíveis é decisiva. Deste ponto de vista, o mais exigente é a produção de bioetanol, o menos exigente é a produção de óleo vegetal.

Diferentes estudos diferem significativamente em sua estimativa de intensidade energética. Diz-se que os biocombustíveis de primeira geração economizam entre 20 e 50% de energia fóssil e emissões de CO2 por quilômetro rodado. Deste ponto de vista, são importantes os biocombustíveis de segunda geração, produzidos a partir de resíduos vegetais – a partir de palha, resíduos de madeira, etc. Espera-se com grande esperança a introdução desta tecnologia na produção regular. Os biocombustíveis de segunda geração economizam até 80% das emissões de CO2 em comparação com os combustíveis fósseis.

Os biocombustíveis são uma alternativa renovável ao óleo combustível fóssil e à gasolina produzida a partir de fontes domésticas. Em comparação com os combustíveis fósseis clássicos feitos de petróleo e derivados, os biocombustíveis atuais alcançam até 90% de economia nas emissões de gases de efeito estufa.

Os biocombustíveis são muito necessários. Eles reduzem comprovadamente a produção de gases de efeito estufa e poluentes (até 90% em comparação com diesel fóssil ou gasolina). Eles ajudam principalmente na descarbonização do transporte e previnem efeitos como as mudanças climáticas. Eles são atualmente a única alternativa real e econômica aos combustíveis fósseis no transporte. Sem eles, não conseguiremos um ar mais limpo. Portanto, é evidente a necessidade de investir nesta solução que fornece benefícios valiosos ao planeta.

O desmatamento cresceu 20% no país no ano passado, aponta MapBiomas 

O desmatamento cresceu 20% no Brasil em 2021, na comparação com 2020 — com alta em todos os biomas — segundo o que informou o Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil (MapBiomas), no último dia 18 de agosto. De acordo com o Relatório Anual de Desmatamento no Brasil (RAD) 2021, publicado pela entidade, o país perdeu, no ano passado, o total de 16.557 km2 (1.655.782 hectares (ha), ante 1.378.929 ha em 2020) de cobertura de vegetação nativa em todos os seus biomas.

Também conforme as notícias do relatório, foram identificados, validados e refinados um total de 69.796 alertas de desmatamento em todo o território nacional no ano passado — sendo que 66,8% deles (ou 46.639) foram verificados na Amazônia, que teve, no período, uma área de cerca de 977.000 ha desmatados (59% da área total), salientou o RAD.

“O bioma Caatinga aparece em seguida com 15,2% dos alertas (7% da área), totalizando 190 mil ha, seguido pelo Cerrado com 9,9% dos alertas (30,2% da área) e 500 mil ha. A Mata Atlântica teve 30,2 mil ha desmatados (1,8%), seguido do Pantanal com 28,6 mil ha (1,7%) e o Pampa com 2,4 mil ha (0,1%)”, acrescentou o boletim do MapBiomas.

No caso do número de alertas, o total observado em 2021 ficou 6% abaixo dos 74.259 alertas identificados, validados e refinados em 2020.

O Relatório Anual de Desmatamento no Brasil ainda enfatizou que a “Amazônia e Cerrado juntos representaram 89,2% da área desmatada detectada” e que “quando somada a Caatinga, os três biomas responderam por 96,2% das perdas” de cobertura de vegetação nativa.

Esses e outros dados e informações sobre o desmatamento no Brasil podem ser conferidos na íntegra do relatório publicado pelo Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil.

Ala feminina é maioria no eleitorado brasileiro, segundo TSE

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgados em meados de julho, dia 15, mostraram que as mulheres são a maioria das pessoas aptas a votar nas Eleições 2022. As notícias da entidade são de que elas representam, este ano, 53% do eleitorado brasileiro. Em números absolutos, dos 156,4 milhões de eleitores brasileiros, cerca de 82,4 milhões são do gênero feminino, enquanto aproximadamente 74 milhões são do gênero do masculino.

Também segundo o TSE, os estados de São Paulo (SP), Minas Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ) concentram 42,64% do eleitorado brasileiro — sendo São Paulo o maior colégio eleitoral do país, com 34,6 milhões de votantes (22,16% do total do país), sendo 18,4 milhões de mulheres e 16,2 milhões de homens. Em seguida, nesse ranking, aparece o estado de Minas Gerais, que soma cerca de 16,3 milhões de pessoas aptas a votar em 2022, sendo 8,5 milhões de mulheres e 7,8 milhões de homens.

O Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral brasileiro, conta, por sua vez, com 12,8 milhões de eleitores, divididos em 6,9 milhões de votantes do gênero feminino e 5,9 milhões do gênero masculino. “Minas Gerais e Rio de Janeiro detêm, respectivamente, 10,41% e 8,2% do eleitorado nacional”, especificou o TSE.

“Bahia vem na quarta posição de maior eleitorado, com 11.291.528 de votantes, representando 7,22% do total do país. As eleitoras no estado também são maioria. São 5.927.765, o que corresponde a 52.50%. Já os homens são 5.363.087, o que equivale a 47.50%”, acrescentou o Tribunal Superior Eleitoral. “Em quinto lugar, o Rio Grande do Sul (RS) tem 8.593.469 pessoas aptas a votar, ou seja, 5,49% do eleitorado nacional. No estado, há 4.524.133 eleitoras (52.65%) e 4.069.336 eleitores (47.35%)”, completou a entidade.

Mais detalhes e informações sobre eleitorado feminino brasileiro estão disponíveis na íntegra da reportagem publicada pelo TSE.