IBC-Br sobe 0,01% em abril

Segundo os dados divulgados em meados de junho, dia 14, pelo Banco Central do Brasil (BC), a economia do país registrou uma pequena alta de 0,01% em abril. É o que aponta o chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), que é considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. 

Com o avanço de abril, o IBC-Br chegou a 148,38 pontos no quarto mês do ano, na série dessazonalizada, ante os 148,36 pontos registrados em março.

Ainda conforme o que apontaram as notícias do Banco Central, o Índice de Atividade Econômica do BC cresceu 4,01% quando a comparação é feita entre abril de 2024 e abril de 2023. Já no acumulado em 12 meses, houve alta de 1,81% no indicador; enquanto no ano, o avanço é de 2,08%. No trimestre encerrado em abril, por sua vez, o IBC-Br registrou um crescimento de 0,76% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 1,63% ante o mesmo trimestre do ano passado. 

Confira os números do BC.

Sobre o BC

Segundo o que explica o portal oficial da entidade, o Banco Central (BC) “é o guardião dos valores do Brasil”. 

Criado pela Lei Nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e com autonomia estabelecida pela Lei Complementar Nº 179, de 24 de fevereiro de 2021, a instituição tem como um de seus objetivos fundamentais, manter a inflação sob controle, ao redor da meta. 

“A estabilidade dos preços preserva o v​alor do dinheiro, mantendo o poder de compra da moeda​. ​Para alcançar esse objetivo, o BC utiliza a política monetária, política que se refere às ações do BC que visam afetar o custo do dinheiro (taxas de juros) e a quantidade de dinheiro (condições de liquidez) na economia”, esclarece o site da entidade.

Confira outras tarefas que estão a cargo do Banco Central do Brasil

Quase três em cada dez domicílios do país vivem com algum grau de insegurança alimentar, diz IBGE

Quase 30% dos domicílios brasileiros sofrem com algum grau de insegurança alimentar no país. As notícias são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Segurança Alimentar (2023), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de abril, dia 25. 

Segundo o IBGE, havia, no quarto trimestre de 2023, um total de 78,3 milhões de domicílios particulares permanentes no Brasil, sendo que, desses, 72,4% estavam em situação de segurança alimentar (SA), enquanto 27,6% estavam com algum grau de insegurança alimentar (IA). Mais especificamente, esses 27,6% de domicílios com algum grau de IA estavam divididos da seguinte forma: 

  • 18,2% encontravam-se em situação de IA leve; 
  • 5,3% estavam em IA moderada; e 
  • 4,1% em IA grave. 

“Considerando o nível de IA grave como a forma mais severa de baixo acesso domiciliar aos alimentos, é possível afirmar, com base nos resultados da PNAD Contínua 2023, que cerca de 3,2 milhões de domicílios passaram por privação quantitativa de alimentos, que atingiram não apenas os membros adultos da família, mas também suas crianças e adolescentes”, destacou a pesquisa do IBGE. “Houve, portanto, ruptura nos padrões de alimentação nesses domicílios e a fome esteve presente entre eles, pelo menos, em alguns momentos do período de referência de 3 meses”, acrescentou.

Ainda de acordo com as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o cenário de insegurança alimentar grave é ainda mais expressivo entre os domicílios particulares localizados na área rural do Brasil — “uma vez que a proporção de IA grave foi de 5,5%, e, portanto, 1,6 pontos percentuais superior ao verificado na área urbana (3,9%)”, detalhou a entidade.

Esses e demais dados e informações a respeito da situação dos brasileiros em termos de segurança e insegurança alimentar podem ser encontrados na íntegra da Pnad Contínua: Segurança Alimentar (2023), publicada pelo IBGE

IGP-DI recuou 0,41% em fevereiro, diz FGV Ibre

O chamado Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), medido pelo   Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), caiu 0,41% em fevereiro, ante a taxa de -0,27% observada em janeiro. “Com este resultado, o índice acumula queda de -0,67% no ano e de -4,04% em 12 meses. Em fevereiro de 2023, o índice havia variado 0,04% e acumulava elevação de 1,53% em 12 meses”, salientou, também, a entidade no último dia 7 de março.

Dentre os três componentes do Índice Geral de Preços, o FGV Ibre informou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,76% em fevereiro, ante a queda de 0,59% registrada em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, avançou 0,55% em fevereiro, ante a alta de 0,61% observada no mês anterior. Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,13% no segundo mês de 2024, ante 0,27% em janeiro. 

De acordo com o que destacou o Coordenador dos Índices de Preços do FGV Ibre, André Braz, o IPA apresentou, em fevereiro, uma nova queda, mas, desta vez, com um espectro mais amplo de itens influenciando esse movimento. “Destacam-se as variações significativas em produtos como o minério de ferro, que passou de um aumento de 2,27% para uma redução de 4,94%; o milho, que mudou de um leve acréscimo de 0,07% para uma queda de 5,27%; e o arroz, que foi de um crescimento de 3,72% para uma diminuição de 4,18%”, especificou ele. 

Braz, no entanto, também, ressaltou que, apesar dos recuos em questão, a redução geral do Índice de Preços ao Produtor não foi mais acentuada por conta da alta nos preços de itens como: “os ovos, que saltaram de uma queda de 4,86% para um expressivo aumento de 12,97%; e o leite in natura, que viu seu preço crescer de 0,39% para 4,35%”, complementou ele. 

Esses e demais dados e notícias a respeito do IGP-DI podem ser encontrados na íntegra da publicação feita pelo FGV Ibre

 IGP-M variou 0,07% em janeiro de 2024, ante a taxa de 0,74% no mês anterior

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,07% em janeiro, ante a taxa de 0,74% registrada em dezembro de 2023. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) e foram divulgados pela entidade no final de janeiro, dia 30. Segundo a publicação, com o resultado observado no primeiro mês de 2024, o IGP-M acumula queda de 3,32% nos últimos 12 meses. 

A nível de comparação, o IGP-M havia registrado alta de 0,21% em janeiro do ano passado, e acumulava alta de 3,79% em 12 meses anteriores, acrescentou o relatório do FGV Ibre. 

Dentre os componentes do indicador:

  • O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,09% em janeiro de 2024, ante a variação de 0,97% em dezembro; 
  • O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,59% no primeiro mês deste ano, ante a taxa de 0,14% no último mês de 2023; e
  • O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,23% em janeiro, ante a variação de 0,26% observada em dezembro.

Segundo o que destacou o Coordenador dos Índices de Preços do FGV Ibre, André Braz, o IPA mostrou arrefecimento dos preços das Matérias-Primas Brutas (de 3,06% em dezembro para 0,49% em janeiro). Situação que, se mantida nas próximas apurações da entidade, “pode antecipar a desaceleração dos preços de alimentos industrializados, cujos preços, neste momento, sinalizam aceleração, passando a variação de 0,92% para 1,19%”, acrescentou ele. 

Por sua vez, em termos de IPC, Braz salientou que a inflação segue muito concentrada nos grupos Alimentação (de 0,55% para 1,62%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,65% para 2,11%). “No primeiro grupo, os preços dos alimentos in natura subiram refletindo problemas de ofertas típicos da estação. No segundo, destaca-se o aumento dos Cursos Formais (de 0,00% para 4,78%)”, especificou ele. 

Já “a taxa de variação do INCC permaneceu estável”, reforçou o Coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. 

Essas e demais notícias sobre a evolução do Índice Geral de Preços – Mercado e de seus componentes podem ser encontradas na íntegra da publicação do FGV Ibre

Em 2023, Brasil tem alta no número de transplantes e doações de órgãos no país 

De acordo com as notícias divulgadas no início de janeiro, dia 5, pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou, entre janeiro e setembro de 2023, um total de 6.766 transplantes de órgãos — o que significa uma alta de 11,7% ante os 6.055 transplantes realizados no mesmo período de 2022. “Em 2023, o resultado foi o melhor dos últimos dez anos”, pontuou a Pasta.

Além da alta na quantidade de transplantes, o Ministério informou que o número de doadores também subiu. De janeiro a setembro do ano passado, foram efetivadas 3.060 doações — o que significa, por sua vez, um crescimento de 17,5% ante as 2.604 doações registradas no mesmo período de 2022. “Vale lembrar que as informações referentes à 2023 são preliminares e estão sujeitas a alterações”, frisou, na ocasião, o portal da entidade.

“Com 4.514 cirurgias realizadas, o rim é o órgão mais transplantado com 66,72% dos procedimentos. Em segundo e terceiro lugar, aparece o fígado (1.777) e o coração (323), respectivamente”, especificou o Ministério da Saúde. 

Para a coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), Daniela Salomão, vale destacar a contribuição das partes envolvidas na marca alcançada em 2023. “É importante lembrar de todo o esforço dos profissionais de saúde envolvidos no processo de doação e transplante para alcançarmos este resultado. E destacar o papel das famílias doadoras por acreditarem e apoiarem o SNT na missão de ajudar a salvar vidas”, disse ela. 

Daniela ainda acentuou “a importância da doação consciente e altruísta”. Segundo as notícias do Ministério da Saúde, até o momento da publicação desses resultados (dia 5 de janeiro) pelo portal da entidade, 41.559 pessoas aguardavam em lista por um transplante de órgãos.

A reportagem completa publicada no portal do Ministério da Saúde traz essas e mais informações sobre o tema.   

Erasmo Carlos Battistella, um líder visionário

Erasmo Carlos Battistella é conhecido no setor de geração de energia como um líder visionário. Com uma grande preocupação com questões ambientais, Erasmo Carlos Battistella, fundou a empresa BSBIOS, especializada em produção e desenvolvimento de energias alternativas. O empresário foi um dos destaques do encontro COP26.

Erasmo Carlos Battistella explicou que, do ponto de vista dos esforços para reduzir as emissões de CO2, a demanda energética da produção de biocombustíveis é decisiva. Deste ponto de vista, o mais exigente é a produção de bioetanol, o menos exigente é a produção de óleo vegetal.

Diferentes estudos diferem significativamente em sua estimativa de intensidade energética. Diz-se que os biocombustíveis de primeira geração economizam entre 20 e 50% de energia fóssil e emissões de CO2 por quilômetro rodado. Deste ponto de vista, são importantes os biocombustíveis de segunda geração, produzidos a partir de resíduos vegetais – a partir de palha, resíduos de madeira, etc. Espera-se com grande esperança a introdução desta tecnologia na produção regular. Os biocombustíveis de segunda geração economizam até 80% das emissões de CO2 em comparação com os combustíveis fósseis.

Os biocombustíveis são uma alternativa renovável ao óleo combustível fóssil e à gasolina produzida a partir de fontes domésticas. Em comparação com os combustíveis fósseis clássicos feitos de petróleo e derivados, os biocombustíveis atuais alcançam até 90% de economia nas emissões de gases de efeito estufa.

Os biocombustíveis são muito necessários. Eles reduzem comprovadamente a produção de gases de efeito estufa e poluentes (até 90% em comparação com diesel fóssil ou gasolina). Eles ajudam principalmente na descarbonização do transporte e previnem efeitos como as mudanças climáticas. Eles são atualmente a única alternativa real e econômica aos combustíveis fósseis no transporte. Sem eles, não conseguiremos um ar mais limpo. Portanto, é evidente a necessidade de investir nesta solução que fornece benefícios valiosos ao planeta.

O desmatamento cresceu 20% no país no ano passado, aponta MapBiomas 

O desmatamento cresceu 20% no Brasil em 2021, na comparação com 2020 — com alta em todos os biomas — segundo o que informou o Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil (MapBiomas), no último dia 18 de agosto. De acordo com o Relatório Anual de Desmatamento no Brasil (RAD) 2021, publicado pela entidade, o país perdeu, no ano passado, o total de 16.557 km2 (1.655.782 hectares (ha), ante 1.378.929 ha em 2020) de cobertura de vegetação nativa em todos os seus biomas.

Também conforme as notícias do relatório, foram identificados, validados e refinados um total de 69.796 alertas de desmatamento em todo o território nacional no ano passado — sendo que 66,8% deles (ou 46.639) foram verificados na Amazônia, que teve, no período, uma área de cerca de 977.000 ha desmatados (59% da área total), salientou o RAD.

“O bioma Caatinga aparece em seguida com 15,2% dos alertas (7% da área), totalizando 190 mil ha, seguido pelo Cerrado com 9,9% dos alertas (30,2% da área) e 500 mil ha. A Mata Atlântica teve 30,2 mil ha desmatados (1,8%), seguido do Pantanal com 28,6 mil ha (1,7%) e o Pampa com 2,4 mil ha (0,1%)”, acrescentou o boletim do MapBiomas.

No caso do número de alertas, o total observado em 2021 ficou 6% abaixo dos 74.259 alertas identificados, validados e refinados em 2020.

O Relatório Anual de Desmatamento no Brasil ainda enfatizou que a “Amazônia e Cerrado juntos representaram 89,2% da área desmatada detectada” e que “quando somada a Caatinga, os três biomas responderam por 96,2% das perdas” de cobertura de vegetação nativa.

Esses e outros dados e informações sobre o desmatamento no Brasil podem ser conferidos na íntegra do relatório publicado pelo Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil.

Ala feminina é maioria no eleitorado brasileiro, segundo TSE

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgados em meados de julho, dia 15, mostraram que as mulheres são a maioria das pessoas aptas a votar nas Eleições 2022. As notícias da entidade são de que elas representam, este ano, 53% do eleitorado brasileiro. Em números absolutos, dos 156,4 milhões de eleitores brasileiros, cerca de 82,4 milhões são do gênero feminino, enquanto aproximadamente 74 milhões são do gênero do masculino.

Também segundo o TSE, os estados de São Paulo (SP), Minas Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ) concentram 42,64% do eleitorado brasileiro — sendo São Paulo o maior colégio eleitoral do país, com 34,6 milhões de votantes (22,16% do total do país), sendo 18,4 milhões de mulheres e 16,2 milhões de homens. Em seguida, nesse ranking, aparece o estado de Minas Gerais, que soma cerca de 16,3 milhões de pessoas aptas a votar em 2022, sendo 8,5 milhões de mulheres e 7,8 milhões de homens.

O Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral brasileiro, conta, por sua vez, com 12,8 milhões de eleitores, divididos em 6,9 milhões de votantes do gênero feminino e 5,9 milhões do gênero masculino. “Minas Gerais e Rio de Janeiro detêm, respectivamente, 10,41% e 8,2% do eleitorado nacional”, especificou o TSE.

“Bahia vem na quarta posição de maior eleitorado, com 11.291.528 de votantes, representando 7,22% do total do país. As eleitoras no estado também são maioria. São 5.927.765, o que corresponde a 52.50%. Já os homens são 5.363.087, o que equivale a 47.50%”, acrescentou o Tribunal Superior Eleitoral. “Em quinto lugar, o Rio Grande do Sul (RS) tem 8.593.469 pessoas aptas a votar, ou seja, 5,49% do eleitorado nacional. No estado, há 4.524.133 eleitoras (52.65%) e 4.069.336 eleitores (47.35%)”, completou a entidade.

Mais detalhes e informações sobre eleitorado feminino brasileiro estão disponíveis na íntegra da reportagem publicada pelo TSE.  

Em janeiro, Intenção de Consumo das Famílias vai ao maior nível desde maio de 2020, diz CNC

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou o patamar de 76,2 pontos em janeiro, segundo as notícias divulgadas pela entidade no último dia 31 do mês. De acordo com a CNC, esse se trata do maior nível desde maio de 2020 — quando o ICF alcançou 81,7 pontos.

“Apesar de ter permanecido abaixo do nível de satisfação de 100 pontos (o que acontece desde abril de 2015), com o ajuste sazonal, a série apresentou crescimento de 1,1% [em relação a dezembro de 2021], após dois meses de retração, e elevação de 3,6%, na comparação com janeiro de 2021 [quando o índice foi de 73,6 pontos]”, destacou a Confederação Nacional.

O principal destaque positivo do levantamento feito pela CNC, segundo a entidade, foi o índice Emprego Atual — um dos sete que compõem o indicador de Intenção de Consumo das Famílias — que teve aumento de 2,6% em janeiro. “Perspectiva de Consumo também mostrou expansão de 2,5%, a segunda consecutiva, além de alcançar o maior patamar desde abril de 2020 (81,0 pontos)”, acentuou a entidade. Assim como o índice Renda Atual, “que, apesar da alta inflação, atingiu o melhor nível desde junho de 2021, registrando 82,7 pontos, com crescimento de 0,5% este mês”, acrescentou.

De acordo com o que ponderou o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, José Roberto Tadros, “os números relativos à percepção do mercado de trabalho apontam que as pessoas se sentem um pouco mais seguras em relação à situação atual”. “E, apesar de ainda não representar a maior parte das famílias, a parcela que pretende aumentar seu consumo nos próximos meses alcançou o maior percentual desde abril de 2020, dando sinais favoráveis para o comércio neste início de ano”, completou Tadros.

Saiba mais na íntegra da Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias publicada pela CNC.

Saiba mais sobre a trajetória e o sucesso do empreendedor Duda Sirotsky Melzer

Confira o passo a passo de como o executivo se tornou um nome relevante na comunicação nacional.

Nascido em uma família tradicional de empresários, o executivo Duda Sirotsky Melzer é a terceira geração da família Sirotsky, neto de Maurício Sirotsky Sobrinho, o fundador do prestigiado Grupo RBS, e que ao longo dos anos, se firmou como um nome de peso no mundo corporativo.

Na atualidade, o executivo é presidente do Grupo RBS, que atua na cobertura do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e também chairman do grupo, ou seja, o presidente dos acionistas da corporação e líder do conselho administrativo da empresa. Mas isso não é tudo, pois nos últimos anos Duda Sirotsky Melzer ainda fundou a companhia e.Bricks Digital, que se dedica ao estímulo de novos negócios digitais em operação no Brasil e nos EUA.

Antes de assumir cargos de liderança, o executivo trilhou sua carreira bem-sucedida desde o momento em que obteve seu diploma em Administração pela Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Nos dias de hoje, além da formação citada, Duda Sirotsky Melzer possui um Mestrado em Negócios e outros diplomas a nível executivo pela instituição Harvard Business School, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos. Nas horas livres, o empresário ainda atua como conselheiro da Bienal do Mercosul, mostra de arte contemporânea realizada na capital Porto Alegre, organizada pela Fundação Iberê Camargo e pela e.Bricks Digital.

Anos antes de entrar para a empresa de sua família, em 2004, época em que Duda Sirotsky Melzer assumiu o cargo de diretor de Mercado Nacional do Grupo RBS, o executivo iniciou sua trajetória profissional no exterior. Entre suas ocupações, ele foi analista financeiro a nível sênior da Delphi Corporation diretor-geral do conglomerado de mídia BoxTop Media.

Mais tarde, ele veio a se tornar presidente do Grupo RBS em 2012, e presidente do conselho administrativo três anos depois, em 2015. Recentemente, o executivo anexou mais uma honra ao seu currículo: o fato de ter sido selecionado entre o ranking de líderes estabelecido pelo Cambridge Institute for Family Enterprise. Organizado anualmente, esse ranking escolhe 25 nomes que pertencem à nova geração de famílias de renome no meio empresarial e que estão dando continuidade de maneira exemplar aos negócios.

Ao ser questionado sobre sua fonte de inspiração para ter construído um legado familiar tão expressivo, Duda Sirotsky Melzer costuma relembrar seu professor em Harvard, John Davis, um dos maiores consultores do mundo em negócios familiares. Inclusive, a ligação de Davis com o Grupo RBS é bastante antiga, desde 1999, quando a família Sirotsky se tornou a primeira a contratar os serviços do consultor no Brasil.

O trabalho de Davis contribuiu para o sucesso da empresa, que juntamente com a dedicação incansável de sua equipe, se estabeleceu como um dos maiores grupos de comunicação do Brasil. Com mais de 60 anos em atividade, a companhia segue sendo referência na área e um exemplo de como se manter relevante e atualizada frente a todas as mudanças que o segmento já vivenciou ao longo das últimas décadas.